Um estudo recente revela que apenas 10% das integradoras de energia solar fundadas antes de 2016 continuam operando no Brasil. Essa taxa de sobrevivência destaca os desafios enfrentados por empresas no setor, incluindo a concorrência crescente e as mudanças regulatórias.
O levantamento, realizado pela Canal Solar, mostra que a instabilidade do mercado e a necessidade de adaptação às novas normas, como o Marco Legal da GD (Lei 14.300), têm impactado a sustentabilidade das integradoras. A falta de inovação e a dificuldade em acessar financiamento também são fatores que contribuem para a alta taxa de desativação.
Essas informações são cruciais para investidores e stakeholders do setor, pois indicam a necessidade de estratégias robustas para garantir a viabilidade a longo prazo das empresas no mercado de energia solar.

